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Entrega de certificados e coletânea marca encerramento de curso sobre Educação, Pobreza,  Diversidade e Inclusão

 

A Universidade Federal do Amazonas foi destacada pela representante da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação (MEC), Simone Medeiros, no encerramento do Programa Educação, Pobreza, como sendo a Primeira Universidade no Brasil, de um total de 7, a entregar certificados e coletânea com 6 livros de trabalhos produzidos pela coordenação, professores pesquisadores, professores orientadores e tutores da UFAM e da rede pública de ensino  no curso de pós-graduação denominado Educaçao, Pobreza, Diversidade e Inclusão.

A solenidade de encerramento ocorreu na manhã do último sábado, 23 e nela, Simone destacou, ainda, o fato da UFAM ter sido também a primeira a executar os três momentos do Programa previsto na sua criação, ou seja: ensino, pesquisa e divulgação.

O evento contou com a presença do reitor Sylvio Puga e da diretora da Faculdade de Educação (Faced), Francisca Cavalcanti.

Após parabenizar a coordenadora do programa no Amazonas, professora Rosa Mendonça de Brito, Simone disse que a entrega coroou um trabalho em defesa de uma educação mais diga, humana e comprometida com o social.

A coordenadora do programa na Ufam, Rosa Brito, destacou que o Curso, ancorado no Centro de Formação Continuada, Desenvolvimento de Tecnologia e Prestação de Serviços para a Rede Pública de Ensino - CEFORT, desenvolveu através de cinco grupos, projetos de pesquisa junto as linhas 1 e 3 do Programa de Pós-Graduação em Educação – PPGE, com envolvimento de 57 professores, sendo 38 da UFAM e 19 da rede pública de ensino (SEDUC e SEMED).

Ao destacar o objetivo da Secadi, que é o de contribuir para o desenvolvimento inclusivo dos sistemas de ensino, voltado à valorização das diferenças e da diversidade, à promoção da educação inclusiva e dos direitos humanos, entre outros, Simone Medeiros observou que o curso proporcionou a discussão sobre um tema caro ao Brasil e mostrou que a pobreza não é culpa dos pobres, mas de uma situação que precisa ser enfrentada  por diversos setores da sociedade.

Como demonstrado pelo Sistema Presença, graças ao Bolsa Família, os pobres do Brasil foram identificados com nome, sobrenome, número de filhos por família e mostrou como vivem as crianças e adolescentes nos seus locais de origem, disse ela, lembrando que o vínculo entre o pagamento da bolsa e a frequência escolar oportunizou que a maioria entrasse no fluxo mais apropriado dentro da escola.

No Amazonas, segundo ela, mais de 600 mil crianças e adolescentes vivem ainda em situação de pobreza. Por isso, programas como esses são necessários e essenciais.

 

TRABALHO REALIZADO

No total, o Curso de Especialização envolveu 452 professores da rede pública de ensino de 17 municípios do Estado e teve financiamento do Ministério da Educação, através do FNDE.

Em seu pronunciamento, o coordenador do Cefort, professor Luiz Carlos Cerquinho de Brito, destacou o empenho de cada integrante da parceria.

O reitor da Ufam, Sylvio Puga, disse que diante do resultado do programa, se compromete em receber novamente este e outros Programas do MEC.

O encerramento aconteceu no auditório Rio Amazonas da Faculdade de Estudos Sociais (FES) no Campus da Ufam e reuniu mais de 500 pessoas entre professores, tutores, líderes dos grupos e familiares.

 

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